domingo, 28 de fevereiro de 2010

Dobram as receitas do futebol brasileiro

Esta década promete mudar o cenário do futebol brasileiro. De 2003 a 2009, como receitas dos clubes que dobraram e perspectivas, de forma abrangente, são excelentes para os próximos anos. As grandes marcas se fortalecem a cada temporada e já administram R $ 1,7 bilhão.
O mercado do futebol nacional é extremamente atrativo, já que, com dimensões continentais, o País tem no esporte um traço marcante de sua cultura. Desta forma, se as estratégias de marketing bem Forem exploradas, pode uma arrecadação, em quatro anos, dobrar em relação aos números atuais.
O avanço da economia brasileira, aliada à organização da Copa do Mundo, realça as cores do cenário. Para o Mundial de 2014 novas praças esportivas e vão ser construidas como receitas Exceções por elas, se administradas bem, vão engordar os cofres dos times. Os clubes começam também novas receitas buscar um, apesar de uma negociação de atletas ser ainda a principal fonte de arrecadação.
Curiosamente, o mercado internacional volta a dar às bilheterias Importância. Em determinado momento, como os patrocínios e parcerias Estavam no olho do furacão, mas a venda de ingressos normais e ligados um ou pacotes de programas sócios ganhou novo fôlego nos últimos anos. Em 2003, essa receita representava apenas 7% do valor total arrecadado, e hoje já alcança 11%. Os dirigentes passaram a dar mais Importância aos estádios e à venda dos bilhetes. Os clubes também podem lucrar com "O dia do torcedor", negociando seus produtos e Investindo em restaurantes, lojas e lanchonetes dentro de sua praça esportiva. Trabalhando com Diretamente consumidor um apaixonado, uma captação de recursos é bem mais fácil do que em outras relações comerciais. Basta para isso que haja organização e respeito ao cliente.

Números do crescimento - De acordo análise da empresa Crowe Horwath RCS, como receitas do futebol brasileiro evoluíram da seguinte forma de 2003 até o ano passado: 15% de crescimento em relação anual de uma arrecadação gerada pela venda de atletas, 7% para a venda das cotas de TV , 18% para os projetos ligados ao quadro social (como sócio torcedor, por exemplo), 20% para publicidade e patrocínios e 23% para bilheteria.

(Em destaque, projeto do Maracanã para 2014)

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