sábado, 20 de fevereiro de 2010

Naturalizados defendem outra bandeira na Copa

A Fifa tem uma grande preocupação em relação aos jogadores que se naturalizam para participarem de copas ou simplesmente garantir o passaporte comunitário. Na África, muitos brasileiros devem defender outros países. O alagoano Pepe (foto), por exemplo, luta contra o tempo para se recuperar de uma grave lesão no joelho e ser convocado para o Mundial. Além dele, Portugal deve contar com Deco e Liédson.
Mas a lista de naturalizados bem cotados para disputar a Copa não para em Portugal. Na Itália, por exemplo, o atacante Amauri, da Juventus, e o zagueiro Fabiano Santacroce, do Napoli, estão cotados para fazerem parte da lista de Marcelo Lippi. Na Alemanha, o atacante Cacau, do Sttutgart, já foi convocado e está na esperança de ir à África.

Grande rival - Considerada uma das principais adversárias da seleção brasileira no Mundial da África, a Espanha também conta com um naturalizado em suas fileiras. O meio-campista Marcos Senna até disputou a Copa de 2006 com a camisa da Fúria. No Japão, o zagueiro Marco Túlio é nome quase certo na convocação final.

Mais três - Outros que também podem disputar a Copa são Benny Feilhaber, que nasceu no Rio e defende os EUA, e Leandro Augusto, que está cotado para entrar na lista do México. Com menos chances aparece o lateral Evaldo, que joga no Sporting e pode ser convocado por Carlos Queiroz, técnico de Portugal.

Números - De acordo com a Fifa, atualmente, cerca de 70 jogadores brasileiros estão aptos a defenderem outras seleções. Para chegar a esta condição, o atleta precisa morar mais de cinco anos no novo país e nunca ter defendido a seleção brasileira nas divisões de base em competições realizadas pela entidade.

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