quarta-feira, 17 de março de 2010

Blog marca presença no empate entre ASA e Vasco

O empate por 1 x 1 entre ASA e Vasco, hoje, no Estádio Nelson Peixoto Feijó, em Maceió, pela Copa do Brasil acabou sendo justo. Contra o time carioca, o ASA manteve o seu já tradicional esquema de jogo. Estudou o adversário, tentando fechar os espaços em seu campo de defesa, e partiu para o ataque com mais objetividade depois dos 30 minutos. Explorando as deficiências de marcação dos laterais do time carioca, o Alvinegro de Alagoas chegou três vezes com perigo no primeiro tempo e marcou seu primeiro gol numa jogada muito bem trabalhada, que terminou com um chute fulminante de Júnior Viçosa.
Na segunda etapa, o jogo continuou sendo disputado em alta velocidade. O Vasco partiu para cima e o ASA era muito perigoso nos contra-ataques. O time alagoano perdeu duas oportunidades e acabou sendo castigado. O sistema defensivo falhou, o goleiro Paulo César não cortou bem um cruzamento da esquerda e Edson Veneno acabou colocando a mão na bola. Phillipe Coutinho, o melhor jogador do Vasco, bateu com categoria e empatou.
Mesmo com a entrada do atacante Dodô, o time cruzmaltino apresentou muitas dificuldades nas finalizações. O campeão alagoano fez a sua parte. A estrutura tática do ASA, aliás, ganha destaque em partidas contra adversários que partem para cima. Hoje, o técnico Vica fez um bom trabalho, e, em campo, os destaques foram o lateral Celso e o meia Rodriguinho.

Goleiro - O goleiro Paulo César estreou bem no gol do ASA. Fez uma defesa espetacular num chute bem colocado de Philipe Coutinho, no primeiro tempo, e agradou a torcida do ASA. Só falhou no lance que originou o gol do Vasco, ao sair mal e deixar a bola sobrar na área, mas, na avaliação geral, demonstrou mais qualidades do que defeitos.

Dodô e o pênalti - Um fato curioso foi registrado no jogo de hoje. No momento em que o árbitro marcou um pênalti para o Vasco, a torcida do ASA, de forma irônica, gritou o nome do atacante Dodô. Domingo, ele perdeu duas penalidades contra o Flamengo, no Maracanã.

Crédito da foto: Marco Antônio

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