quinta-feira, 3 de junho de 2010

Seleção de vôlei estreia amanhã na Liga Mundial

A seleção brasileira masculina de vôlei começará amanhã sua caminhada em busca do nono título da Liga Mundial. Maior vencedor da competição, ao lado da Itália, o Brasil estreará na 21ª edição contra a Bulgária. O jogo acontecerá no ginásio Sabiazinho, na cidade mineira de Uberlândia, a partir das 9h30. As duas equipes voltarão à quadra neste sábado, no mesmo local e horário para o segundo confronto. A TV Globo transmitirá ao vivo os jogos.
Brasil e Bulgária já se enfrentaram 66 vezes na história do voleibol mundial. E a vantagem é da seleção brasileira que venceu em 40 oportunidades e perdeu em outras 26. No último confronto entre as equipes, em novembro de 2007, na Copa do Mundo, no Japão, o Brasil ganhou por 3 sets a 0.
O técnico da seleção brasileira, Bernardinho, fez sua análise sobre o adversário, considerado o mais difícil nesta primeira fase da Liga Mundial. "A Bulgária é uma equipe de força, e conta com jogadores experientes e com alguns jovens que estão surgindo e se destacando. Teremos que jogar na base do nosso entrosamento e nos detalhes. Não podemos errar muito contra eles".
O pouco tempo de preparação do Brasil para a Liga Mundial deste ano é um motivo de preocupação para Bernardinho. "A Bulgária fez amistosos na Argentina na semana passada. Estas partidas deram um ritmo de jogo ao time, o que nós já não tivemos. Neste início de temporada o nosso pouco tempo de preparação é o fator mais grave".
Na Liga Mundial, as seleções estiveram frente a frente quatro vezes, com duas vitórias para cada lado. O Brasil ganhou em 2003 e em 2004, e foi derrotado pela Bulgária em 2006 e em 2007. No comando do técnico Bernardinho, foram sete confrontos, e a seleção brasileira perdeu dois.
A última vez que a Bulgária veio ao Brasil foi em junho de 97 pela Liga Mundial, no ginásio do Maracanãzinho, no Rio de Janeiro. Na primeira partida, os búlgaros ganharam por 3 sets a 1. No segundo jogo, os brasileiros venceram por 3 a 0.

Crédito da foto: Beto Silveira/CBV

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