quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Toda a vantagem é colorada

General Bolívar comanda a defesa do Internacional
Até os torcedores do Grêmio estão conformados com o título do Inter. Na história recente da Libertadores, não houve um favorito tão destacado quanto na decisão de 2010.O Colorado bateu o Chivas, por 2 x 1, no México, e joga com a vantagem do empate nesta noite, no Beira-Rio. Com casa cheia, o estádio vai ser um caldeirão vermelho.
Fora de casa, o Inter não tomou conhecimento do adversário. O volante Sandro e o meia D´alessandro comandaram as ações da equipe, que, não tomou nem mesmo conhecimento da grama sintética e da pressão da torcida. A vitória por um gol de diferença não disse o que foi o jogo.
Confiando na força da equipe e no desempenho no primeiro jogo da final, o torcedor colorado não aceita outro resultado que não seja a vitória. A superioridade é tão grande que uma derrota e, conseqüentemente, a perda da taça seria a maior tragédia da história do clube.
A escalação do time de Celso Roth já foi decorada pela massa. Renan é o goleiro, e um dos pontos fracos da equipe, já que oscilou muito desde sua reestreia. A defesa é sólida, com o lateral Ney ficando mais um pouco para ajudar os zagueiro Bolívar e Índio. Na esquerda, Kleber tem mais liberdade para avançar. Os dois volantes têm características distintas: o incansável Guiñazu protege mais a defesa; o versátil Sandro sabe marcar, mas também sai para o jogo com desenvoltura.
O time gira em torno do meia D´alessandro, que recuperou seu bom futebol nesta reta final da Libertadores. Um pouco mais à frente, Roth aposta na qualidade de Tinga, que atua como meia e também volta para ocupar os espaços quando o time perde a bola. Taison tem mais liberdade para encostar em Alecsandro, mas também tem obrigações defensivas. Já o centroavante faz o pivô e dá um toque final às jogadas da equipe. Ele não tem muita habilidade, mas cumpre muito bem o papel que lhe cabe: fazer gols.

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