quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

O teste da seleção contra a França

Hernanes é uma das esperanças da nova geração
O técnico Mano Menezes foi buscar na Europa a base da seleção que vai reencontrar a França, dia 9 de fevereiro, em Saint-Denis. O treinador preferiu deixar os jogadores do País fora da lista por causa da Libertadores e do condicionamento físico, já que a temporada está apenas começando no País.
A pressão em cima de Mano aumenta a cada amistoso. A derrota para a Argentina no encerramento do ano passado acendeu o sinal de alerta e ele sabe que, na seleção, não pode fazer testes exagerados. A renovação precisa ser lenta e gradativa, sob pena de o time perder jogos para rivais tradicionais e, consequentemente, a confiança do torcedor.
Destaco na lista o retorno do goleiro Julio César. Considerado o melhor do mundo antes da Copa de 2010, ele falhou na partida decisiva com a Holanda e deixou de ser unanimidade no País. Agora, ele volta para tentar recuperar a sua posição.
Do ponto de vista da renovação, é importante enfatizar a qualidade do meio-campista Hernanes. Ex-jogador do São Paulo, o meio-campista está em grande fase na Lazio e tem todas as condições de ser um dos principais valores nacionais para o Mundial de 2014. Jogador moderno, ele alia força e técnica e tem o dom da onipresença no setor mais importante do time. 

Histórico - Brasil e França têm um histórico de equilíbrio no futebol. Em 13 partidas disputadas, a seleção venceu cinco, perdeu quatro e ainda foram registrados quatro empates. O nosso problema com os franceses são os mundiais. Ninguém eliminou mais o Brasil das copas do que eles. Foram três fracassos contra a França na história: em 1986, em 1998 e em 2006.

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