quarta-feira, 6 de junho de 2012

As malandragens dos árbitros caseiros


A regra 18 do futebol está em alta. Ela costuma ser colocada em prática quando um árbitro “caseiro” usa a interpretação das 17 regras oficiais do esporte para arrumar resultados para os mandantes.

Quem milita no futebol costuma diminuir a força nefasta de tal regra. Os árbitros dizem que ela é representada pelo bom senso, mas não vejo dessa forma. Um exemplo da aplicação da 18 é quando, num agarra-agarra dentro da área, o juizão chama a responsabilidade e marca um pênalti inexistente. Há também os que enxergam agressão e expulsam jogadores de campo nesses lances.

Outra manifestação da regrinha é a maldita mão na bola. A FIFA deixa a critério do árbitro marcar pênalti ou falta nessas situações e muitos se fartam. Se o duelo for entre um grande e um pequeno, então, é uma festa. Como não há exigências da comissão nacional de arbitragem sobre o assunto, os “influenciáveis” decidem jogos na cara-de-pau.

Obviamente, há honrosas exceções na arbitragem brasileira que salvam a categoria ao adotar posturas independentes. Nesse quesito, destaco positivamente o trabalho do paulista Wilson Luiz Seneme. No meio esportivo, ele é temido pelos mandantes justamente por sua neutralidade.

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